28/03/2015

FASHION CITY BRASIL: EMPREENDEDORISMO E SUSTENTABILIDADE


O site Moda Ética (ETHICAL FASHION BRAZIL) publicou no último dia 28 de março uma matéria sobre empreendedorismo e sustentabilidade do Fashion City Brasil, alguns dos pilares conceituais do novo destino da moda.

 

Leia a íntegra em modaetica.com.br/parte-01-fashion-city-brasil-empreendedorismo-e-sustentabilidade/

 

Na foto, João Flávio Almeida, Luciana Duarte, Daniel Duarte (foto Moda Ética).

 João Flávio Almeida, Luciana Duarte e Daniel Duarte

 



28/02/2015

Folha Engenharia fashion


 O Fashion City Brasil foi capa da Folha da Engenharia, publicação mensal sobre arquitetura, urbanismo e decoração.

 

A matéria destaca a importância do empreendimento para Minas Gerais, que é o segundo maior consumidor de vestuário do país, e o estado com a décima maior indústria do setor têxtil e de confecções. A obra do maior complexo de turismo de negócios em moda da América Latina está de acordo com seu ideal EcoFashion, utilizando da melhor maneira possível os recursos construtivos, impactando o mínimo o meio ambiente.

 

O editor do jornal Petrônio P. G. Castro foi recebido pelo diretor do novo destino da moda, Eder Campos Filho.

 

‪#‎unidospelamoda‬ ‪#‎folhadaengenharia‬ ‪#‎concreto‬

 

Leia a matéria abaixo:

 

 

Folha da Engenharia | Ano XIII . Nº 131 . Fevereiro de 2015

 

Minas Gerais será o novo destino da moda brasileira: Fashion City Brasil


Bem-vindo ao Fashion City Brasil, um empreendimento inspirador

 

O Fashion City Brasil foi projetado para oferecer todas as facilidades que um grande centro de compras atacadista precisa ter. Proporcionando uma experiência de compra inédita para os clientes varejistas, o empreendimento é único no país e traz diversas soluções eficientes para o escoamento de produtos, gerando um processo de compra extremamente simplificado.

 

O primeiro one-stop-shop do país tem tudo em um só lugar: compras, hotel e centro de eventos dentro do complexo. Apenas uma parada e tudo à disposição em um único dia. O maior complexo de moda da América Latina é inteiramente dedicado às boas oportunidades. Além disso, potencializar bons negócios é uma das grandes diretrizes do Fashion City Brasil. O empreendimento irá beneficiar tanto os atacadistas – através de um amplo programa de ações estratégicas para aumentar o fluxo de clientes – quanto os varejistas de todo o país que virão a Minas Gerais para realizar suas compras em um complexo inteligente.

 

Um empreendimento inovador com soluções estratégicas, o Fashion City Brasil oferece serviços exclusivos para que a experiência de compra e venda no atacado seja única e diferenciada. A Central de Atendimento oferece apoio total aos atacadistas e varejistas com um serviço de qualidade elevada. Já a Central de Mediadores para guias, representantes e consultores oferecerá suporte a esses profissionais, contribuindo na administração de seus clientes e remuneração garantida através do mal. A Central de Cadastro terá sistema de cadastro unificado para facilitar os processos de quem compra e quem vende. Por fim, a Central de Inteligência Mercadológica irá oferecer o gerenciamento de informações e criação de estratégias para otimizar oportunidades de compra e venda.

 

O Fashion City Brasil está no caminho do desenvolvimento já que Minas Gerais é o segundo maior consumidor de moda do Brasil com mais de 25 mil pontos de venda em todo o estado e é responsável por 10% da produção nacional. Além disso, são 409 municípios com quase 12 milhões de consumidores e a expectativa de elevado de fluxo de compradores é estimado em 20 mil pessoas por mês.

 

Confira as soluções inovadoras do novo destino da moda:

 

• Mix variado com mais de 300 marcas da moda nacional
• Núcleo de Acessórios com produção 100% nacional
• Infraestrutura inteligente de compras com conforto, agilidade e segurança
• Consultoria de moda e de gestão empresarial
• Tour Virtual das coleções
• Logística facilitada: próximo ao aeroporto e diversas rodovias

 

Folha Engenharia



01/02/2015

Moda | Novidades em Pedro Leopoldo


Nota de Mário Fontana, na coluna homônima, no caderno Cultura, do Estado de Minas, fala sobre o nosso Centro de Eventos de 15 mil metros quadrados.

 

 

 

Nota de Mário Fontana | Estado de Minas | 1º/2/2015



26/01/2015

Vitrine | Nova Aerotrópole


Vitrine
Nova Aerotrópole

 

Com as obras em ritmo acelerado e acomodações de funcionalidades que permitirão maior dinâmica comercial, o Fashion City Brasil vai tomando forma nas imediações do aeroporto de Confins - na área chamada de aerotrópole. Além das mais de 300 lojas, está sendo implantado um espaço permanente para feiras & exposições (com cerca de 15 mil metros), parking suplementar ao do terminal aeroportuário, esplanada de eventos, dois hotéis - e por aí vai. Em fevereiro, uma reunião com confeccionistas de várias regiões de Minas definirá o mapa das lojas. Pelo visto, será uma megavitrine para a moda mineira - e também criará um novo conceito de comercialização de moda no país.

 

Vitrine | Nova Aerotrópole


Estado de Minas | 25/01/2015
Caderno Feminino & Masculino
"Anna aos Domingos"



24/01/2015

Fashion City Brasil no Clic Folha


Uma visita ao Fashion City (projeto com mais de 300 lojas para vender moda no atacado, próximo ao aeroporto de Confins, em Beagá) mostrou que as obras estão bem adiantadas – e muitas outras novidades. Uma delas é que o projeto terá também uma área para feiras & exposições (com 15 mil m2), dois hotéis, esplanada de eventos, estacionamento suplementar ao do aeroporto e muito mais. Recebido pelo Gilson de Britto, que é sócio e gestor do empreendimento, o moço mostrou que é craque no assunto. Coisa rara no empresariado, ele situa sua visão num foco histórico, geográfico e social do projeto – o que faz toda a diferença para sua projeção futura.

 

Matéria na íntegra aqui.



23/11/2014

Obras a todo O vapor Shopping de proporções superlativas chega a 50% das obras concluídas


 Anotem na agenda: agosto de 2015. Essa é a data prometida para a inauguração do maior complexo atacadista de moda da América Latina, o Fashion City Brasil. Com área total de 205 mil m2, área construída de 86 mil m2, área bruta locável de 27 mil m2 e área para eventos de 17 mil m2 (ufa!), o mallpossui localização estratégica, a 5 minutos do aeroporto de Confins, na cidade de Pedro Leopoldo, em Minas Gerais.


“É uma região que está sendo construída. A estrutura que foi montada lá de acesso viário e aéreo, ainda mais agora com a duplicação do aeroporto, que inaugura novo terminal em 2016, aumenta a eficiência do negócio.Desde o início de nosso planejamento, temos o conceito que chamamos de de ‘aerotrópole’, que são as cidades-aeroportos, permitindo maior acessibilidade”, explica Gilson Amaral Brito Jr., presidente do Fashion City Brasil, em entrevista exclusiva à Costura Perfeita. Ele diz que, dentro do aeroporto de Confins, haverá um receptivo exclusivo do empreendimento, direcionando os compradores ao transfer para o shopping. De acordo com Gilson, quando o cliente chegar a esse hub, a identificação pelo CNPJ já será transmitida à equipe do receptivo, tanto no aeroporto quanto no Fashion City. “Na hora em que ele chegar ao shopping, teremos o nosso receptivo, que chamamos de personalshopper, para fazer o encaminhamento, pois, como o empreendimento é muito grande, nós temos que direcionar os clientes aos setores em que ele opera”, comenta.


Minas Gerais é hoje o terceiro maior produtor de moda e o segundo colocado em consumo de moda, além de ter uma posição geográfica privilegiada, no centro do bloco de estados mais populosos e de maior renda per capita do país. Inclusive, circundado também pelos mercados onde pretendem maior penetração, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, além, claro, dos compradores mineiros. Dentro desse universo de potenciais clientes, foram mapeados cerca de 90 mil lojistas em todo o país. Mas, passando pelo criterioso filtro de liquidez e público-alvo a ser atingido, será feito um approach com 25 mil lojistas, e a ideia é ter cerca de 15 mil compradores ativos, os quais, inclusive, terão um cadastro único, que será replicado aos lojistas do shopping.“Temos muita inteligência comercial envolvida nisso. Sou bastante criterioso nessa parte, porque é uma enorme economia de tempo, dinheiro e energia. Nosso trabalho é muito focado. Hoje eu preciso colocar não só a quantidade certa de cliente, mas o perfil certo de cliente”, enfatiza Gilson.


Com projeto arquitetônico assinado pelos renomados André Sá e Gustavo Penna,que priorizará corredores largos, pé-direito de 6 metrosnas lojas, luz e ventilação naturais, vários jardins internos e estrutura toda horizontal,o mall será setorizado em moda masculina, feminina, infantil, lingerie, acessórios, calçados, porém com uma diferença: o mix de lojas será feito com base no tíquete médio de compra, com áreas mais populares e outras de luxo, o que tem atraído marcas de peso no mercado nacional, como Vivaz, Patricia Motta e a Trimix, por exemplo. No total, serão 551 espaços, incluindo a área de alimentação – com restaurantes fastfood e dois slowfood, mais requintados – e área de serviços, com Correios, casa lotérica, farmácia, entre outros. Gilson explica que o Fashion City Brasil está sendo construído para a demanda atual, porém planejado para o futuro. “Na verdade, ele vai expandindo como núcleos. Estamos montando o maior cluster de B to B da América Latina. Ele não vai crescer fisicamente, mas surgirão unidades dedicadas a novos segmentos.”


Para ele, o empreendimento é um verdadeiro equipamento logístico. “O equipamento comercial são as lojas, mas o que o Fashion City Brasil faz é supplychain. Se prestarem atenção, estamos atraindo a produção do Brasil todo, escolhendo os melhores fabricantes, trazendo para um lugar que é visto como fazedor de moda e, de outro lado, estamos contatando 25 mil varejistas do país, escolhendo 15 mil compradores entre eles, usando um aeroporto com hub... O que é isso? É uma operação de logística”, pondera o presidente.


Pensado nos mínimos detalhes, o shopping terá um gigantesco estacionamento para 1.850 vagas de carro e 46 ônibus, com uma área de descanso e lazer paraos motoristas, outra área dedicada aos guias de compra, um hotel com mais de 300 leitos, docas para a movimentação de mercadorias (estão sendo feitas parcerias com empresas de carga aérea e terrestre) e uma área dedicada a eventos de moda – bastante solicitada pelo setor.


Foram investidos R$ 140 milhões no empreendimento que, se somados aos dos lojistas, chega a R$ 280 milhões. O potencial de faturamento anual está previsto para mais de R$ 1 bilhão, gerando 1.500 empregos diretos e outros 5 mil indiretos, além do crescimento do entorno como um todo.


O Fashion City Brasil conta com o apoio do governo do estado de Minas Gerais, da prefeitura de Pedro Leopoldo, da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais(Fiemg), do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais(BDMG), da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção(Abit), do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi) e do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Minas Gerais (Sindivest-MG).

 

Matéria na íntegra aqui.



20/11/2014

Fashion City Brasil aposta na integração da cadeia produtiva


 O complexo em Pedro Leopoldo está recebendo aportes de R$ 141 milhões/Divulgação

De olho no enorme potencial do mercado da moda, está sendo construído em Pedro Leopoldo, no vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), o Fashion City Brasil (FCTY), um megaempreendimento que está recebendo aportes de R$ 141 milhões. De acordo com o presidente do FCTY, Gilson Amaral Brito Júnior, da forma como o setor trabalha hoje não será possível sobreviver nos próximos anos.

 

"Não adianta incentivar a comercialização se não houver uma estrutura paralela de Àchão de fábrica". ? preciso ser mais abrangente e atingir a todos, inclusive os clientes. Minas Gerais já é uma das referências no desenvolvimento de produtos e agora a ideia é transformá-la também em referência de negócios", explica.

 

Brito Júnior ressalta que o FCTY será uma estrutura onde os empresários do setor - fabricantes, varejistas, estilistas e consultores - poderão convergir interesses e potencializar seus negócios. Isso porque, conforme ele, não se trata apenas de um centro de vendas no atacado e sim de um complexo inteligente, com uma logística totalmente planejada para a integração da comercialização e informações de tendências do mercado.

 

"A moda do futuro vai ser efetivamente a mola propulsora para a retomada dos investimentos no país, porque agrega valor, gera emprego e distribui riqueza. Ao todo, são quase 2 milhões de empregos diretos na produção e mais de 700 mil pessoas comercializando itens de vestuários em todo o Brasil", conclui.

 

Matéria na íntegra aqui.



20/11/2014

Fashion City Brasil aposta na integração da cadeia produtiva


 



18/11/2014

Fashion City Brasil: parceiros alinhados


Trabalhando em sintonia com FCTY, Comim e H&H, Poros cumpre cronograma de obras.


Movimentação de aproximadamente 1,2 milhão de m³ de terra, drenagem e pavimentação. Além da dimensão das atividades de terraplenagem, a obra do primeiro one-stop-shop nacional, o Fashion City Brasil, apresentou um outro grande desafio para a Poros Construtora: os quase 1.300 mm de chuvas que caíram em Belo Horizonte no fim de 2013 e início de 2014.

 

A empresa começou as obras em setembro do ano passado e teve que contornar as dificuldades da chegada das chuvas mais cedo do que o previsto. “Junto com o cliente e os demais parceiros envolvidos, definimos uma estratégia de operação que atendesse às necessidades do empreendimento”, explica o engenheiro responsável pela execução do projeto, Eduardo Henrique Andrade de Paula. A prioridade foi liberar a área para o início das obras da fundação do shopping.

Em seguida, a equipe da Poros se concentrou nas áreas de drenagem para liberar as redes pluviais. Em paralelo, deu continuidade à terraplenagem do restante da área e iniciou a pavimentação. Os profissionais da Poros tiveram que aplicar engenharia e logística ao dinamismo da construção do platô de 250 mil m2 com seção mista de corte e aterro. Para tornar o local plano, foram aterrados 27 metros de talude, o equivalente a um prédio de nove andares.

 

A expectativa é que a primeira etapa do projeto seja concluída até o fim deste ano. A segunda etapa também será conduzida pela Poros e deve começar no início de 2015 em função do andamento das obras civis conduzidas pela Henrique & Henrique Engenharia. “A sintonia de todos tem sido essencial para otimizarmos os resultados desse projeto para o cliente”, diz Eduardo. A Poros está trabalhando em estreita parceria com FCTY, H&H, Comim Construtora e Porinarge, fornecedora dos mais de 100 equipamentos, entre caminhões, tratores, escavadeiras, motoniveladoras e carregadeiras.

 

O Fashion City Brasil

 

Estrategicamente localizado a quatro quilômetros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Fashion City Brasil é voltado para o comércio atacadista de moda. Seus 27 mil m² de ABL (área bruta locável) abrigarão 550 lojas.

Previsto para ser entregue em agosto de 2015, o shopping faz parte do primeiro empreendimento brasileiro a adotar o modelo one-stop-shop: nele, o cliente tem a possibilidade de fazer compras, alimentar-se e passar a noite no mesmo local. O complexo terá um hotel com 150 apartamentos, um centro de eventos e um estacionamento com 1.800 vagas para carros.

 

O Fashion City Brasil disponibilizará 20 vans que farão transporte gratuito no circuito de 30 hotéis cadastrados, em terminais de ônibus e, principalmente, nos aeroportos da Pampulha e de Confins.



26/10/2014

Fashion City


 



22/10/2014

2 Pontos Wide Business desenvolve novo site da Fashion City Brasil


 O Fashion City Brasil, o maior complexo de moda da América Latina, está com novo site institucional. O layout é clean e moderno e valoriza as informações sobre a construção do megaempreendimento. A nova estrutura, mais didática e intuitiva, organiza o conteúdo de forma prática e facilita a navegação. As novidades podem ser conferidas no mesmo endereço: www.fashioncitybrasil.com.br

 

O projeto do novo site do Fashion City Brasil foi desenvolvido pela 2 Pontos Wide Business.

 

Equipe responsável:
Atendimento - Melise Oliveira
Diretor de Criação - Gustavo Rios
Diretora de Arte - Ayla Micheline
Redação - Manuela Monjardim
Programadores - Giorgio Caldeira e Rodolfo Oliveira



19/10/2014

Sucesso garantido


 



18/10/2014

BH-à-Porter


 Aos poucos o mercado de moda de Beagá vai se adequando às novas exigências do consumidor. Um exemplo foi a realização do projeto BH-À-Porter, um movimento para promover vendas de moda que a Coopermoda (entidade que reúne corretores de moda) agitou em setembro e que deve ter repeteco em novembro. No mês passado, o evento levou ao pólo de pronta-entrega da Capital cerca de 150 compradores de moda de alto porte, sendo 48 deles novos (nunca tinham vindo a Minas), outros 35 reativados e mais os habituais. Resultado: vendas de mais de três milhões. Segundo a presidente da Coopermoda, Angela Sampaio, para 2015 as ações começam logo depois de março. Amém.

 

MIX MODA


Outro indicio de que o mercado mineiro cresce foi a Minas Trend, realizada na semana passada, em Beagá. Diz que as vendas foram tantas, que a maioria das confecções participantes nem podem mais atender vendas nos próximos meses – inclusive muitas cancelaram participação em feiras paulistas. E tem mais um detalhe: não são apenas modelos de moda-festa (como ocorria até agora), mas também o casual ganha espaço entre as grifes mineiras. O mix variado de estandes na Minas Trend realmente revelou isso. É uma diversificação que garante o futuro.

 

FASHION CITY


Ainda sobre mercado de moda mineira: a maior revolução no assunto deve acontecer em 2015 com a chegada da Fashion City, centro de vendas com mais de 500 lojas próximo ao aeroporto de Confins.N: Entre as várias estratégias de vendas naquela nova plataforma de negócios, está a instalação por lá de espaços com marcas-top. E começaram com nada menos que Patricia Bonaldi e sua holding (que tem PatBo, Apartamento 03 e Lucas Magalhães) e ainda Patricia Motta. Segundo o CEO da empresa, Gilson Britto, o projeto irá dispor de um mix completo para atender a quem trabalha com o varejo fashion. Boa noticia!

 

VAIVÉM


Os casal de empresários Manoel e Sônia Moura Rocha (leia-se Ima Textil) retornou de rápido tour por Portugal e Espanha, a tempo de participar da festa de 15 anos da sobrinha Paula, filha de Rogéria e Aroldo Teodoro. Com eles, os amigos Ivone e João Lobato – que foram descansar do corre-corre do casório da filha, Marina.


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O estande da Luiza Barcellos na feira Minas Trend teve suporte da Erika Curi na equipe durante a Minas Trend. A moça tem formação em estilo na Fume e fez cursos complementares em Nova York


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Animadas como sempre, Bernadete e Maria Clara Duca fizeram lançamento de verão da Atmo nesta semana. Desta vez, as clientes tiveram auxilio fashion luxuoso do Zeca Perdigão

 

PONTO FINAL


A moda mineira está mesmo forte. Um exemplo é que seis estilistas nossos estarão na São Paulo Fashion Week (3 a 7 de novembro) e garantem que farão bonito na passarela do parque Portinari. Estarão lá Ronaldo Fraga, Victor Dzenk, PatBo, GIG, Apartamento 03 e Llas. O evento começa a comemorar seus 20 anos e , por isso, terá ainda uma programação paralela de peso – tais como presença da Stella McCartney e desfile Versace para Riachuelo. Vamos conferir e contamos tudo aqui.

 

 

Confira a matéria na íntegra aqui.



10/10/2014

Destino da moda no Minas Trend


Patrícia Motta, uma das grandes marcas mineiras e referência para a moda brasileira, apoia o novo destino da moda, que será inaugurado em Minas Gerais e vai proporcionar aos varejistas de todo o país uma experência de compra, com conforto e comodidade. O Fashion City Brasil , que estará disponível em agosto de 2015, vai ter um mix variado com mais de 300 marcas da moda nacional, com um núcleo de acessórios com produção 100% nacional, consultoria de moda, capacitação em gestão e um tour virtual das coleções, tudo em um único lugar,: compras, hotel e Centro de eventos dentro do complexo O complexo fica a apenas 5 minutos do aeroporto de Confins, contando ainda com um Programa Fidelidade com vantagens e prêmios para varejistas.


Matéria na íntegra aqui. 



09/10/2014

Ama moda? Então junte-se ao Fashion City Brasil


Entre na onda #unidospelamoda

 

Mesmo sem ter sido inaugurado, o Fashion City Brasil já está presente no Minas Trend. Com o DNA extremamente inovador e inspirador, eles fizeram parcerias com conceituadas marcas do mercado mineiro – Rogério Lima, Patrícia Motta e Vivaz – para participar dos desfiles através do desenvolvimento de brindes que remetessem à coleção de cada uma.

 

Além da temporada mineira, o amor pela moda que move a turma do Fashion City também foi parar nas redes sociais. Eles lançaram, através das ações desenvolvidas no MW, a campanha #unidospelamoda, onde todos são convidados a usar a hashtag nos posts.

 

O empreendimento deve abrir as portas no segundo semestre de 2015, a cinco minutos do aeroporto de Confins, como um complexo que vai abrigar um mix feito através de uma curadoria muito criteriosa, que vai garantir aos varejistas acesso a grifes do Brasil inteiro.

 

#unidospelamoda

 

Matéria na íntegra aqui.



08/10/2014

Fashion City Brasil no Minas Trend em BH


 Com previsão de inauguração no segundo semestre de 2015, o Fashion City Brasil já é uma realidade no mercado e por isso mais uma vez estará presente no Minas Trend. Nesta edição do evento, o maior complexo de moda da América Latina apresenta um pouco do seu conceito integrador e interage com os visitantes, participando dos desfiles das conceituadas marcas mineiras Rogério Lima, Patrícia Motta e Vivaz, realizados nesta terça-feira, dia 07 de outubro. “Desenvolvemos junto a cada marca um brinde especial, que remete à sua coleção, ao seu desfile e também possui um pouco do DNA inovador do Fashion City Brasil, comenta o presidente do empreendimento, Gilson Brito Junior.


A apenas cinco minutos do Aeroporto de Confins, o complexo, também chamado de Cidade da Moda, vai abrigar um mix estruturado a partir de uma criteriosa curadoria que irá garantir uma oferta completa de produtos de qualidade aos clientes varejistas, com a presença de grifes representantes dos 13 estados brasileiros, além do Distrito Federal e com previsão de faturamento de R$ 1 bilhão/ano.

 

Matéria na íntegra aqui. 



07/10/2014

No Minas Trend


 

Coluna do Helvécio Carlos no jornal Estado de Minas - caderno Cultura



01/10/2014

Maior complexo de moda da América Latina já tem mais de 1/3 de suas lojas reservadas


 O Fashion City Brasil, instalado a cinco minutos do Aeroporto Internacional de Confins, no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte, está com seu cronograma de obras avançado, com 45% da construção do mall concluída. O megaempreendimento vai abrigar mais de 300 marcas e já registra a reserva de mais de 1/3 de seus espaços, de acordo com o presidente Gilson Amaral Brito Jr. A terraplanagem já está concluída. A fase de fundação registra 91% de conclusão; montagem da estrutura, 90%; drenagem, 90%; pavimentação do acesso, 50%. As obras civis e de acabamentos foram iniciadas e tem 4% de realização.

 

A previsão é que o empreendimento fique pronto até o final deste ano, mas inicie suas operações no segundo semestre de 2015. Os sócios estudam, ainda, a implantação de uma área exclusiva para grifes que baseiam suas comercializações em pedidos.

 

Estarão presentes no complexo representantes de 13 estados brasileiros, além do Distrito Federal, compondo o mix, estruturado a partir de uma criteriosa curadoria que irá garantir uma oferta completa de produtos de qualidade aos clientes varejistas. O empreendimento ainda será o único one-stop-shop do Brasil, modelo no qual o cliente que viaja para efetuar suas compras já desembarca praticamente dentro da estrutura do complexo, o que representa maior agilidade, conforto, praticidade e eficiência para os negócios.

 

O Fashion City Brasil conta com importantes apoios e parcerias para seu desenvolvimento e consolidação: Governo de Minas, Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S. A. (BDMG), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Sindicato das Indústrias do Vestuário no Estado de Minas Gerais (Sindivest-MG) e Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI).

 

Com potencial para faturar mais de R$ 1 bilhão por ano, gerar 1500 empregos diretos e cerca de cinco mil indiretos, o Fashion City Brasil traduz um novo ideal de sociedade, no qual o crescimento econômico caminha de mãos dadas com o desenvolvimento socioambiental e cultural.

 

Localização estratégica

 

Minas Gerais ocupa lugar de destaque no cenário nacional, sendo o 2º estado mais populoso do Brasil, com 20 milhões de habitantes, distribuídos em 853 municípios. Uma pesquisa realizada pelo Grupo Mercadológica com 800 multimarcas de 15 estados brasileiros mostrou que São Paulo é o principal centro de compras de moda do país, mas Belo Horizonte se posiciona como grande alternativa. Quando questionados sobre qual seria o lugar ideal para a implantação de um novo polo distribuidor de moda nacional, 23,2% dos entrevistados citaram a capital mineira como favorita.

 

A escolha se justifica por uma série de fatores. A região metropolitana de Belo Horizonte vem recebendo expressivos investimentos em infraestrutura por parte do governo de Minas, principalmente em obras de mobilidade urbana que favorecem o acesso ao Aeroporto de Confins, com fluxo médio de 340 voos ao dia. Além disso, Minas Gerais é reconhecida como uma excelente desenvolvedora de produtos de moda e tem posição geográfica estratégica: está no centro do bloco de estados mais populosos e de maior renda per capita do país. Em um raio aproximado de 300 km do Fashion City Brasil, estão distribuídas quase 12 milhões de pessoas, em 409 municípios, o que representa também um notável mercado consumidor.

 

Projeto Arquitetônico

 

Um dos grandes méritos do projeto arquitetônico do Fashion City Brasil, assinado pelos renomados Gustavo Penna e André Sá, é ter em suas áreas comuns sistemas de iluminação e ventilação naturais, reduzindo a utilização de luz artificial e eliminando a necessidade de circulação mecânica de ar em quase todo o centro de compras. Os arquitetos optaram por construção totalmente horizontal, sem a necessidade de utilização de elevadores e escadas rolantes, permitindo, assim, uma maior economia de recursos.

 

O conceito open mall é outro ponto chave, uma vez que o boulevard central, com 16 metros de largura, permite a reprodução do microclima regional, possibilitando o plantio de espécies nativas, no interior da edificação. “A proposta é que ele seja descoberto, composto em sua maioria por vegetação e áreas de descanso, proporcionando uma atmosfera mais agradável para os visitantes”, explica Penna. O premiado arquiteto, que venceu a categoria “Conjunto da Obra” da 14ª edição da Premiação Anual de Arquitetura, ressalta, ainda, que são utilizadas na construção estruturas e vedações modulares e pré-moldadas, que não geram desperdício e são fabricadas próximo ao empreendimento, o que reduz custos com transporte, economizando recursos naturais e diminuindo a emissão de gases poluentes. André, à frente da André Sá e Francisco Mota Arquitetos, contribuiu com sua expertise em construção de grandes malls, como o Salvador Shopping, instalado na capital baiana.



26/09/2014

Empreendimento fashion em Minas Gerais


Minas Gerais ocupa lugar de destaque no cenário nacional, sendo o 2º estado mais populoso do Brasil, com 20 milhões de habitantes, distribuídos em 853 municípios. Uma pesquisa realizada pelo Grupo Mercadológica com 800 multimarcas de 15 estados brasileiros mostrou que São Paulo é o principal centro de compras de moda do país, mas Belo Horizonte se posiciona como grande alternativa. Quando questionados sobre qual seria o lugar ideal para a implantação de um novo polo distribuidor de moda nacional, 23,2% dos entrevistados citaram a capital mineira como favorita.

 

E assim o Fashion City Brasil, foi instalado a cinco minutos do Aeroporto Internacional de Confins, no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte, e está com seu cronograma de obras avançado, com 45% da construção do mall concluída. O megaempreendimento vai abrigar mais de 300 marcas e já registra a reserva de mais de 1/3 deseus espaços, de acordo com o presidente Gilson Amaral Brito Jr. A terraplanagem já está concluída. A fase de fundação registra 91% de conclusão; montagem da estrutura, 90%; drenagem, 90%; pavimentação do acesso, 50%. As obras civis e de acabamentos foram iniciadas e tem 4% de realização.


A previsão é que o empreendimento fique pronto até o final deste ano, mas inicie suas operações no segundo semestre de 2015. Os sócios estudam, ainda, a implantação de uma área exclusiva para grifes que baseiam suas comercializações em pedidos.

 

Estarão presentes no complexo representantes de 13 estados brasileiros, além do Distrito Federal, compondo o mix, estruturado a partir de uma criteriosa curadoria que irá garantir uma oferta completa de produtos de qualidade aos clientes varejistas. O empreendimento ainda será o único one-stop-shop do Brasil, modelo no qual o cliente que viaja para efetuar suas compras já desembarca praticamente dentro da estrutura do complexo, o que representa maior agilidade, conforto, praticidade e eficiência para os negócios.

 

O Fashion City Brasil conta com importantes apoios e parcerias para seu desenvolvimento e consolidação: Governo de Minas, Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S. A. (BDMG), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Sindicato das Indústrias do Vestuário no Estado de Minas Gerais (Sindivest-MG) e Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI).

 

 

Matéria na íntegra aqui. 



23/09/2014

Fashion City Mall avança obras para inaugurar ao lado do Aeroporto de Confins (MG)


A construção do Fashion City Brasil, a cinco minutos do Aeroporto Internacional de Confins (MG), está a todo vapor. Previsto para ser inaugurado ainda no segundo semestre de 2015, o empreendimento deve reunir mais de 300 marcas de 13 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal. Focado no segmento one-stop-shop, modelo no qual o cliente varejista que viaja para efetuar suas compras já desembarca, praticamente, dentro da estrutura do complexo, o shopping visa maior agilidade, conforto, praticidade e eficiência para os negócios.

 

Até o momento, 1/3 do espaço total já foi reservado. Para compor esse mix de lojas, houve uma criteriosa curadoria a fim de garantir uma oferta completa de produtos de qualidade aos clientes varejistas. Ainda em estudo, o empreendimento deve ter uma área exclusiva para grifes que baseiam suas comercializações em pedidos. Com potencial para faturar mais de R$ 1 bilhão por ano, o Fashion City Brasil tem capacidade para gerar 1500 empregos diretos e cerca de 5 mil indiretos.

 

A escolha pela região metropolitana de Belo Horizonte justifica-se por uma série de investimentos em infraestrutura por parte do governo de Minas. Principalmente em obras de mobilidade urbana que favorecem o acesso ao Aeroporto de Confins, onde o fluxo médio de voos e de 340/dia. Tanto que o empreendimento conta com importantes apoios e parcerias. Entre essas, estão: o Governo de Minas, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S. A. (BDMG), a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Sindicato das Indústrias do Vestuário no Estado de Minas Gerais (Sindivest-MG) e Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (INDI).

 

Reconhecido como um estado brasileiro de destaque no desenvolvimento de produtos de moda, Minas Gerais também tem a favor uma posição geográfica estratégica: está no centro do bloco de estados mais populosos e de maior renda per capita do país. Em um raio de, aproximadamente, 300 km do Fashion City Brasil, estão distribuídas quase 12 milhões de pessoas em 409 municípios, o que representa um notável mercado consumidor.

 

Matéria na íntegra aqui. 



12/09/2014

A ACNM e o Fashion City Brasil


 No dia 4 de setembro, membros da ACNM e corretores de moda visitaram as obras de um dos maiores empreendimentos de moda do Brasil, o Fashion City. O Shopping ainda está em construção, mas já é considerado o maior shopping atacadista da América Latina.

 

No tour, os visitantes puderam acompanhar o andamento das obras, que estão previstas para encerrarem em agosto de 2015, conheceram a maquete e ainda puderam ter um vista de cima do Shopping. Ele irá ocupar uma área de quase 27 mil m². Após uma breve conversa, os membros da ACNM e os corretores de moda entenderam um pouco mais sobre a origem do Fashion City.

 

Logo depois todos se dirigiram ao Hotel Fazenda Confins. Foram recepcionados por Gilson Brito, presidente do FCTY, para uma bate-papo para esclarecimentos de dúvidas e mais detalhes do empreendimento e também para um coffe break.

 

O dia foi encerrado com um coquetel de confraternização e comemoração de uma parceria firmada entre a ACNM e o Fashion City.

 

Sobre o Fashion City

 

O Fashion City é o maior shopping atacadista da América Latina. O empreendimento surgiu para suprir as necessidades do mercado de moda do Brasil, que não possui nenhuma estrutura deste tipo. O objetivo central é fazer com que o FCTY seja um complexo dedicado às oportunidades de negócios para empresários do setor – fabricantes, varejistas, estilistas, consultores.

O complexo fica bem próximo do Aeroporto Internacional de Confins e tem como proposta o one-stop-shop, na qual em apenas uma parada o comprador consegue todos os produtos e serviços que procura. Ele ainda conta com hotel, praça de alimentação, centro de eventos e um mix de mais de 500 lojas.

 

O local é visto como um ponto de integração entre comercialização e informações do mercado da moda. Não é simplesmente um centro de vendas no atacado. O lema é “onde as melhores marcas encontram os melhores lojistas”.

 

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21/08/2014

Hadich reforça apoio ao setor de joias para potencializar segmento


 O prefeito Paulo Hadich reforçou seu apoio aos empresários limeirenses do setor de joias, bijuterias e folheados durante encontro realizado em São Paulo com o objetivo de criar oportunidades e potencializar o segmento.


Em reunião ocorrida terça-feira, 19 de agosto, no Mega Polo Moda, no Bairro Brás, Hadich e os empresários acompanharam uma apresentação sobre o Fashion City Brasil, um megaempreendimento voltado a empresários e que contará com 550 lojas do setor de moda, orçado em R$ 141 milhões e que está sendo construído em uma área de 205 mil metros quadrados em Belo Horizonte (MG), a cinco minutos do Aeroporto Internacional de Confins.


O Fashion City Brasil, previsto para iniciar suas atividades em agosto de 2015, terá um núcleo especial para acessórios, em um espaço de 2.200 metros quadrados com 70 lojas do setor de joias e bijuterias para abastecer o varejo. O Sindijoias (Sindicato das Indústrias de Joalheria, Bijuteria e Lapidação de Gemas do Estado de São Paulo) apoiou a iniciativa, já que representa oportunidades de negócios especialmente às empresas limeirenses do setor.


Segundo o prefeito Paulo Hadich, Limeira possui uma vocação de negócios no cenário da moda nacional pela atuação diferenciada do segmento de joias, bijuterias e folheados, o que torna a participação no empreendimento mineiro uma oportunidade de impulsionar ainda mais o setor. “Essa vocação do município pode ser potencializada e melhorada com o esforço de todos. O poder público está atento e apoiando os empresários”, declarou.


De acordo com a diretora do Sindijoias, Maria Zely Medeiros Abreu, um dos problemas enfrentados pelos empresários é o acesso à distribuição e a nichos de mercado. O Fashion City traz essas condições, já que os o fabricante ingressa no atacado em meio a um polo de moda, dando mais visibilidade aos seus produtos. “Há uma grande vontade dos empreendedores em contar com nossos produtos e, diferente de outros governos, estamos tendo um grande apoio da prefeitura, que vê o setor como forte para a economia da cidade”, declarou.


O ingresso das empresas limeirenses no empreendimento, por exemplo, pode representar crescimento, com mais geração de emprego e renda. “O nosso setor precisa acompanhar as macrotendências e se diferenciar de outros produtos, que entram no país sem controle, pelo primor no estilo, desenho e qualidade”, disse ainda o vice-presidente estadual do Sindijoias, Dionísio Gava Júnior.


Conforme o presidente do Fashion City Brasil, Gilson Brito, o objetivo é fazer do empreendimento um lugar de oportunidades. “Nos baseamos em um conceito de fortalecimento de grupo, criando um cluster no setor de modas com cadeia completa, incluindo os acessórios”, citou. Ele disse ainda que o Fashion City representará uma alternativa aos empresários, que poderão pegar um voo direto para Belo Horizonte e em apenas cinco minutos chegar ao centro de compras.

 

 

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13/08/2014

Fashion City fecha parceria com Limeira


 O maior complexo de moda da América Latina, o Fashion City Brasil, em construção no município de Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), acaba de conquistar o apoio do Sindicato da Indústria da Joalheria, Bijuteria e Lapidação de Joias (Sindijoias), de Limeira, cidade localizada no interior de São Paulo. Com isso, a expectativa é de que mais empresas da região sejam atraídas para o núcleo de acessórios do empreendimento.

 

Segundo a diretora-executiva do Sindijoias, Maria Zely Abreu, o conceito inovador do projeto chamou a atenção do sindicato, que divulga a ideia entre os seus associados. "Estamos apresentando a iniciativa às empresas que representamos e a receptividade tem sido muito positiva, embora o setor enfrente um período turbulento, devido à realização da Copa do Mundo no Brasil. Com isso, os investimentos foram repensados, mas a sensação de melhora é maior para o segundo semestre", analisa.

 

Ela ainda acredita que o governo deveria oferecer um apoio maior a projetos como o Fashion City Brasil, que deve se transformar em referência mundial devido ao seu amplo mix de produtos e localização estratégica, uma vez que ele está sendo erguido a poucos quilômetros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins (RMBH).

 

O presidente do Fashion City Brasil, Gilson Amaral Brito Junior, ressalta que o empreendimento pretende atrair empresas de diferentes regiões do Brasil, nas áreas de vestuário e acessórios. "O apoio de um polo da magnitude do de Limeira contribui para que o mix seja ainda mais completo. Com isso, conseguimos oferecer uma gama mais ampla de opções aos compradores", ressalta.

 

A expectativa é de que o empreendimento comece a funcionar no próximo ano. Atualmente, 40% das obras já foram concluídas e aproximadamente R$ 40 milhões dos R$ 141 milhões previstos foram investidos. Do total de espaços disponíveis, 15% já foram contratados por marcas mineiras e de outros estados. O centro de compras deve abrigar um total de 350 empresas.

 

O Fashion City Brasil está em construção em um terreno de 200 mil metros quadrados e a Área Bruta Locável (ABL) será de 27 mil metros quadrados. O núcleo especial de acessórios vai contar com ABL de 2,2 mil metros quadrados e um total de 70 lojas. A expectativa é de que o centro de compras, que vai atender somente à demanda do atacado, atraia cerca de 40 mil pessoas por mês.

 

 

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08/08/2014

Primeira etapa do Fashion City Brasil é entregue antes do prazo


 Depois de concluir a terraplenagem e a drenagem mais cedo do que o previsto, Poros inicia as obras de pavimentação


A sintonia do trabalho realizado junto com as equipes do FCTY, da Comim Construtora, da H&H Engenharia e da Porinarge garantiu à Poros um excelente resultado: a empresa antecipou a entrega da primeira etapa das obras de terraplenagem e drenagem da área em que está sendo construído o primeiro one-stop-shop nacional – o Fashion City Brasil. A previsão é que o empreendimento seja inaugurado em agosto de 2015.

 

A primeira etapa incluiu a movimentação de aproximadamente 1,2 milhão de m³ de terra e as obras de drenagem. As atividades começaram em setembro do ano passado e foram concluídas antes do prazo previsto, permitindo a antecipação do início da segunda etapa, que prevê a pavimentação do piso do shopping. A Poros assumirá também a terceira etapa, na qual será feita a pavimentação da parte externa, do estacionamento e das pistas de acesso, além de obras de arte, meio-fio, boca de lobo e sarjeta. Isso deverá acontecer a partir de março devido ao período de chuvas.

 

A H&H Engenharia é a responsável pela construção do Fashion City Brasil e um dos gestores do contrato é o engenheiro Neil Henrique Pereira. Segundo ele, a parceria com a Poros tem sido marcada pela qualidade da equipe técnica da empresa e pelo diálogo franco com os profissionais de campo e com a diretoria. “Todas as nossas questões foram ouvidas e respondidas com agilidade e qualidade, e isso pode ser comprovado pelos resultados obtidos”, afirma. “É muito bom trabalhar com uma empresa comprometida em buscar sempre a melhor solução.”

 

A pavimentação do piso do shopping está sendo feita com o uso de bica corrida e executada sob uma estrutura de concreto com vários pilares de sustentação, o que deixa pouco espaço para a movimentação dos equipamentos. “Isso coloca dificuldades extras, pois é preciso ter muita cautela durante as operações”, explica um dos engenheiros da Poros, Eduardo Henrique Andrade de Paula. Para o profissional, a execução dessa etapa nos próximos meses reforça a parceria com a H&H Engenharia, que poderá contar com uma equipe da Poros para dar apoio durante o período de chuvas.

 

O Fashion City Brasil

 

Estrategicamente localizado a quatro quilômetros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Fashion City Brasil é voltado para o comércio atacadista de moda. Seus 27 mil m² de ABL (área bruta locável) abrigarão 550 lojas.

Previsto para ser entregue em agosto de 2015, o shopping faz parte do primeiro empreendimento brasileiro a adotar o modelo one-stop-shop: nele, o cliente tem a possibilidade de fazer compras, alimentar-se e passar a noite no mesmo local. O complexo terá um hotel com 150 apartamentos, um centro de eventos e um estacionamento com 1.800 vagas para carros.

 

O Fashion City Brasil disponibilizará 20 vans que farão transporte gratuito no circuito de 30 hotéis cadastrados, em terminais de ônibus e, principalmente, nos aeroportos da Pampulha e de Confins.

 

Confira a matéria na íntegra aqui. 



23/07/2014

Fashion City Brasil cria programa de capacitação em parceria com a Fundação Pedro Leopoldo


BRASIL - Com o objetivo de promover capacitação de qualidade para que o capital humano da cidade de Pedro Leopoldo e região exerça, com excelência, atividades no comércio de atacado e de varejo, o Fashion City Brasil, que será o maior polo de distribuição de moda do país, acaba de firmar parceria com a Fundação Pedro Leopoldo, que conta com 45 anos de tradição no mercado de ensino. As duas organizações unem forças para oferecer um programa de qualificação de mão de obra no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte, área onde o empreendimento, também chamado de Cidade da Moda, será instalado e inicia suas operações em 2015.

 

Representando o FCTY, o diretor da Atitude Inteligência e Gestão Estratégica, Toni Omar Garcia, explica os propósitos do programa. “Almejamos formar profissionais para atuar nas lojas do shopping, nas funções de vendedor e gerente de vendas, mas, sobretudo, queremos qualificar a população do entorno para estarem aptas para o mercado de trabalho e atuarem no segmento”, afirma. O programa, que tem início no primeiro trimestre de 2014, é baseado em questões práticas, englobando na grade curricular temas como motivação, atendimento, mercado, marketing, formação de equipes, finanças e contabilidade e logística. A carga horária do curso de Vendas é de 16 horas e, a de Gerência em Vendas, 44 horas. “Ao todo, esperamos qualificar 2.500 pessoas”, estima Garcia.

 

Além de contar com a estrutura necessária para a realização do programa, a Fundação Pedro Leopoldo foi escolhida pela localização estratégica e posição de referência em educação e capacitação, contando com núcleos como graduação — Administração, Ciências Contábeis, Direito e Tecnologia em Logística —, mestrado e educação corporativa. “Além disso, a FPL abraçou o projeto encabeçado pelo Fashion City Brasil, entendendo que o impacto para a região será muito positivo, em especial pela valorização da população local e geração de oportunidades”, afirma Toni Omar, que ressalta, ainda, o conceito de centralidade e o potencial do programa de amenizar os efeitos da “importação” de capital humano e seu deslocamento, otimizando a mobilidade e proporcionando maior qualidade de vida.

 

A abertura de matrículas para participar do programa está prevista para janeiro de 2014, no site da Fundação Pedro Leopoldo (www.fpl.edu.br). O interessado deverá pagar uma taxa simbólica de R$ 64 para participar do curso de vendedor e R$ 176 para o curso de gerente de vendas. A organização ressalta que a participação no programa não significa que o candidato será contratado pelo FCTY. “O processo de seleção é feito pelo lojista dentro de critérios elaborados por ele. O FCTY irá disponibilizar o cadastro de todos os participantes para auxiliá-lo no seu processo seletivo, mas não há garantia de contração”, elucida.

 

 

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17/07/2014

Fashion City Brasil estuda adaptação para atender grifes que trabalham com sistema de pedidos


 Complexo de moda inicialmente projetado para unir em um só local várias grifes de pronta entrega, o Fashion City Brasil estuda adaptação em seu projeto arquitetônico para incluir em seu espaço marcas que trabalham com sistema de pedidos. A decisão surgiu a partir das demandas levantadas por empresários do ramo de vestuário durante a última edição do Minas Trend. “Recebemos várias solicitações de marcas nesse perfil que queriam negociar lojas e nos pediram a adaptação. Estamos nos reestruturando para responder a essas expectativas e criar outra experiência de compra para os lojistas varejistas de todo o país, condizente com a dinâmica de pedidos”, afirma Gilson Amaral Brito Jr., presidente do empreendimento.

 

 

O empresário explica que o núcleo para pedidos necessita de formatação de ambiente diferenciada, mais reservada e em sintonia com a proposta de exclusividade. “Cerca de 70% da venda de pronta entrega é feita por meio do impacto visual de uma boa vitrine, que convida o comprador a entrar na loja. Quando a marca baseia sua comercialização em pedidos, o recurso não tem o mesmo resultado”, compara. Por isso, o bloco de grifes com essa característica ganharia um hall especial e exclusivo na nova formatação, articulado para que o lojista varejista tenha ainda mais conforto e tranquilidade para efetuar os negócios com mais essa modalidade de atendimento. “Com a mudança, mais uma vez, o empreendimento demonstra ao mercado sua sensibilidade às demandas por ele geradas, confirmando o comprometimento para que as expectativas dos empresários do segmento de moda, sejam eles fabricantes ou varejistas, sejam atendidas com o maior grau de qualidade e eficiência possível, potencializando ainda mais os resultados de todos os envolvidos no projeto”, defende Brito Jr.

 

 

O Fashion City Brasil tem início do funcionamento previsto para o segundo semestre de 2015, coincidindo com o lançamento das coleções de Verão 2016 das grifes, representantes de todas as regiões do Brasil. O complexo de moda, maior da América Latina, deve faturar mais de R$ 1 bilhão por ano e vai provocar uma mudança no eixo de abastecimento do varejo nacional de moda, já que se posiciona como grande alternativa ao saturado mercado de São Paulo.

 

 

Matéria na íntegram aqui. 



16/07/2014

O maior e o melhor shopping da América Latina


 Desde o final de 2013, começamos a nos interessar (= estudar e investigar) o novo shopping de moda da Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Fashion City Brasil. Não se trata de mais um shopping de varejo, mas sim do maior shopping de atacado e também o mais sustentável – da América Latina. Não é demagogia: realmente o shopping bate o recorde em extensão, bem como atende a diversos requisitos ambientais. É, portanto, “o” shopping.

 

Mas antes de atestar a favor de um empreendimento corporativo, vamos narrar nossa saga até as conclusões positivas.

 

No começo de 2014, eu havia visitado um dos shoppings mais sustentáveis do sul da Ásia, o Future Park, em Bangkok (Tailândia). Depois, um colega de doutorado em Engenharia de Produção (UFMG) chamou para pesquisar o modelo de negócios de cadeias integradas de logística/etc para sistemas de atacado e, por conseguinte, a escrever um artigo científico. Entrevistamos alguns empresários, para coletar informações sobre as necessidades deles com relação ao atacado. Neste ínterim, ocorreu o Minas Trend Preview, no 1º semestre de 2014, e então tivemos a oportunidade de entrevistar alguns funcionários do stand do Fashion City. Na sequência, partiu do presidente do FC nos convidar para visitar as obras do shopping e tirar qualquer dúvida com o Diretor de Sustentabilidade. O tempo todo, toda a equipe do FC foi muito solícita e respondeu todas as nossas dúvidas e desconfianças (que não foram poucas). A principal:

 

- Como pode um shopping desse porte causar o mínimo de impacto ao meio ambiente e promover uma moda melhor (do ponto de vista da logística mesmo, depois a questão ética e a ambiental)?

 

Transcrevi quase uma dezena de páginas com todas as informações sobre o shopping, tentando responder a dúvida-mor. Não satisfeita em ainda não ter encontrado nenhum “pelo em ovo”, submeti o material para amigos ativistas socioambientais da cidade de Lagoa Santa (que foram responsáveis por identificar a duplicidade do salário do prefeito, dentre outras irregularidades desta e de outras prefeituras, e chamaram o programa CQC, que acabou fazendo algumas reportagens com o furo).

Resultado: não foi encontrada nenhuma irregularidade das obras do shopping, que se situam sobre a área cárstica (onde, by the way, foi encontrada a preciosidade arqueológica do crânio da Luzia), região berço de pesquisas arqueológicas e paleontológicas do Brasil. Nenhuma vírgula que pudesse dar margem a algum escândalo, nenhuma denúncia, nada.

 

No total, realizamos em equipe um trabalho voluntário (de ativistas e de pesquisadores científicos) de quase seis meses, que não cabe aqui no site compilar todos os detalhes de estudo. Nem convém: são dados internos.

 

E mais que o processo, o importante é o resultado: sim, a barra do shopping está limpa. Eles realmente estão atendendo a rigorosas condicionantes ambientais. Sim, a integração que se propõe fazer com a moda (e o banco de dados de que dispõem, vinculado a um outro mega shopping em São Paulo) viabiliza melhores negócios para os empresários de moda. Sim, se você é empresário deveria garantir sua loja lá.

 

Bem, portanto, acho de direito serem reproduzidas na íntegra aqui as palavras sobre o negócio do Fashion City Brasil.

 

Para começar, o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia e do presidente do Fashion City, Gilson Britto:


 

 

Matéria na íntegra aqui. 



01/07/2014

Fashion City faz mudanças no projeto arquitetônico


 Inicialmente projetado para unir grifes de pronta entrega, o Fashion City Brasil, em construção no município de Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), acaba de fazer mudanças em seu projeto arquitetônico original para receber também marcas que trabalham com sistema de pedidos. Serão disponibilizados cerca de 40 espaços que devem abrigar por volta de 30 grifes, já que algumas delas devem ocupar mais de um deles. A ideia é de que essa área faça parte do complexo que está sendo criado, mas que fique separada do centro de compras, apenas com as vitrines voltadas para dentro do empreendimento.

 

As informações são do diretor-presidente do Fashion City Brasil, Gilson Amaral Brito Júnior. Ele explica que um espaço que seria destinado a uma loja de grande porte foi modificado para abrigar essas operações. "Vamos transformar essa área em um hall separado do shopping, mas dentro do complexo de forma que os lojistas instalados ali possam aproveitar toda a estrutura que vamos oferecer. As operações não terão entrada por dentro do shopping, mas terão vitrines voltadas para dentro. A gente acredita que essas lojas vão fortalecer ainda mais o empreendimento porque vão atrair mais um tipo de cliente para dentro dele", afirma.

 

O empresário diz que o núcleo de pedidos necessita de formatação de ambiente diferenciada, mais reservada e em sintonia com a proposta de exclusividade, por isso o espaço separado do restante do mall. "Cerca de 70% das vendas de pronta entrega são feitas por meio do impacto visual de uma boa vitrine, que convida o comprador a entrar na loja. Quando a marca baseia sua comercialização em pedidos, o recurso não tem o mesmo resultado", observa.

 

Brito Júnior ressalta que a motivação para a mudança no projeto original veio da última edição do Minas Trend, quando vários lojistas que trabalham com sistema de pedidos demonstraram interesse em ter uma operação dentro do Fashion City Brasil. "Nós recebemos várias solicitações de marcas nesse perfil que queriam negociar lojas e nos pediram a adaptação. Então, estamos nos reestruturando para responder a essas expectativas e criar outra experiência de compra para os lojistas varejistas de todo o país, condizente com a dinâmica de pedidos", diz.

 

As obras do empreendimento estão bastante adiantadas. De acordo com o diretor-presidente, no próximo mês 100% da terraplanagem será concluída e até o final de setembro todo o espaço já estará coberto, o que permitirá que os trabalhos avancem também no período de chuvas. A expectativa é de que as obras sejam concluídas até dezembro e a partir de janeiro ou fevereiro as lojas sejam entregues aos operadores. A inauguração do empreendimento está prevista para julho de 2015. Ele demandou aporte de R$ 141 milhões. Mais R$ 140 milhões devem ser investidos pelos lojistas na montagem de seus espaços.

 

 

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09/06/2014

Fashion City começa a receber lojas em 2015


 Com 30% das obras concluídas, o Fashion City Brasil (FCTY), maior complexo atacadista de moda da América Latina, começa a dar cara nova a Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde o centro de compras está sendo construído.

A imponência da obra confirma a pretensão do presidente do empreendimento, Gilson Brito Júnior: reposicionar a cadeia nacional de moda e incluir Minas Gerais no calendário business do Brasil.

“Belo Horizonte já é reconhecida como um lugar que faz moda, mas não é conhecida como um lugar onde se fazem bons negócios. Então, a gente quer, além de estar no mapa mental do consumidor, estar no mapa físico da agenda de visitas dele”, diz.

Entusiasmado com a empreitada e atento à movimentação das máquinas, que trabalham na terraplanagem, drenagem, fundação e estacamento, Brito Júnior não esconde a ansiedade para ver o shopping em operação – e faturando. Nesta semana, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) libera a terceira parcela (R$ 10 milhões) do financiamento de R$ 50 milhões.

Ao todo, serão investidos R$ 240 milhões no local, sendo metade de responsabilidade da iniciativa privada. A previsão é que, até janeiro do ano que vem, os trabalhos externos sejam concluídos para darem lugar à fase de implantação das lojas.

Flexibilização

Inicialmente, a proposta era comportar 550 lojas do setor têxtil brasileiro no FCTY, mas, agora, a planta já contempla unidades menores (com menos de 32 metros quadrados) de bolsas, calçados e acessórios, como joias e bijuterias.

“Outra adequação que estamos fazendo: Minas é muito forte em pedidos (produtos sob encomenda) e isso aqui é um equipamento para pronta entrega. Mas eu costumo dizer que um empreendimento é um bicho vivo, você tem que reagir à medida que o mercado vai sinalizando. Então, vamos criar uma área para pedidos”, afirma o presidente do complexo.

Diferencial

De acordo com ele, o Fashion City vai destacar-se pelo perfil de público que pretende atingir, o chamado cliente qualificado, aquele já especializado, sobrevivente ao primeiro ano de funcionamento do negócio (período em que são registrados os maiores índices de quebra).

Hoje, mais de um terço das lojas já estão reservadas e 12% com contratos assinados. Em média, o lojista deverá pagar R$ 100 pelo aluguel do metro quadrado. Mensalmente, são esperados entre 25 mil e 30 mil visitantes, dos quais 15 mil deverão ser compradores efetivos, movimentando cerca de R$ 1 bilhão por ano.

“O Fashion vai entrar com duas novidades: ele vai ser a primeira alternativa a São Paulo, tornando-se um polo nacional, porque vamos trazer clientes do Brasil todo, e, o mais importante, ele vai ter uma mostra da moda brasileira de todas as regiões”, diz Brito Júnior.

 

 

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05/06/2014

FPL e FCTY lançam capacitação de gerentes


 A Fundação Pedro Leopoldo (FPL) e o Fashion City Brasil (FCTY) abriram as inscrições para a Capacitação de Gerentes. Com duração de 44h/a, o novo Curso será ministrado na sede da FPL (Avenida Lincoln Diogo Viana, 830, Dr. Lund – Rodovia que dá acesso ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins) com aulas presenciais que prepararão o candidato para coordenar equipes, compreender o comportamento do consumidor, relacionar-se com o cliente, definir metas, contabilizar custos fixos e variáveis, mensurar indicadores financeiros, além de outros conceitos essenciais para o desempenho potencializado de um gestor.

 

As inscrições já estão sendo feitas no Site da FPL (fpl.edu.br). O candidato pode escolher entre duas opções para ingressar na Capacitação de Gerentes: aulas de segundas à quinta-feira à noite, de 18h30 às 22h30 OU sexta-feira à noite, de 18h30 às 22h30 e sábados de 8h às 17h. Os pré-requisitos para ingressar nesta Capacitação são: ter mais de 18 anos, preferencialmente ensino médio completo e experiência em vendas. As primeiras turmas do Curso iniciarão em agosto.

Existe a possibilidade de contratação pelo FCTY?

 

Sim, porém o processo de seleção é feito pelos lojistas. O FCTY disponibilizará o cadastro de todos os participantes para auxiliá-los nisso. Estima-se que a média salarial de gerentes será de R$ 3 mil para trabalhar de segunda à sexta-feira, de 8h às 18h.

 

CAPACITAÇÃO DE VENDEDORES

 

Permanecem abertas também no Site da FPL as inscrições para a Capacitação de Vendedores. A meta da aliança estratégica é capacitar 1,5 mil vendedores até o final deste ano. Já foram diplomados mais de 300 alunos neste primeiro semestre.

 

Para o Diretor Geral da FPL, Carlos Alberto Portela da Silva, e a Coordenadora do Núcleo de Educação Corporativa, Adriana Rocha de Cerqueira, essa parceria já materializa um expressivo impacto positivo na Região. “As avaliações feitas pelos alunos das primeiras turmas comprova que a estratégia de preparar mais de mil vendedores, ao longo deste ano, está sendo totalmente exitosa. Um empreendimento da magnitude do FCTY não poderia prescindir de uma iniciativa como essa. Nossa equipe tem dedicado total atenção ao Projeto, monitorando e analisando, permanentemente, o andamento das turmas e, sempre que necessário, promovendo os aprimoramentos que garantem o elevado nível de qualidade do Curso”, detalham.

 

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28/05/2014

Empreendimento começa a tomar forma em Belo Horizonte


 Com inauguração prevista para o início de 2015, o maior complexo de moda da América Latina segue em obras no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Localizado a apenas 4 km de distância do Aeroporto Internacional de Confins, o megaempreendimento deverá abrigar cerca de 550 lojas.

 

Com uma proposta moderna e racional, o modelo de construção, horizontal, com planta inteligente de funcionamento e amplas áreas abertas, elimina a necessidade de elevadores, escadas rolantes e ar condicionado, refletindo na diminuição do gasto operacional. Além dos valores diferenciados, a estimativa é de que o custo de operação corresponda a 60% do usual observado em outros empreendimentos do gênero, e já registra mais de um terço de seus espaços reservados

 

EM CONSTRUÇÃO – Além da produção dos painéis de fechamento lateral e estrutura metálica de cobertura, que têm previsão de instalação para o segundo semestre, o mês de maio conta com números expressivos para o projeto: 80% da terraplenagem está executada, bem como 60% da fundação, 20% da drenagem e 35% da estrutura, o que inclui a produção e montagem dos blocos pré-moldados. Para tornar o local plano, foram aterrados 27 metros de talude, o equivalente a um prédio de oito andares. Para o alicerce, são utilizados cerca de 3.600 m³ de concreto, além de 308 toneladas de aço. A expectativa é de que, em novembro, os espaços sejam entregues aos lojistas para o acabamento final e personalização.

 

 

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25/04/2014

Cidade da Moda põe Minas na passarela


 Fashion City Brasil, polo de negócios, turismo e capacitação em moda, será inaugurado em 2014, na Grande BH. Inovações tecnológicas, respeito à natureza e capacitação da população do entorno são diferenciais.

 

m projeto inovador no segmento de moda, que promete catalisar iniciativas e tendências em prol não apenas do desenvolvimento do setor, mas, sobretudo, inspirar e disseminar os conceitos da sustentabilidade em todas as suas dimensões. Assim é o Fashion City Brasil (FCTY), também chamado de ‘Cidade da Moda’, empreendimento que ainda não saiu do papel, mas já chama a atenção pela proposta de se tornar o primeiro polo ecofashion do país, valorizando a construção sustentável, preservando os recursos naturais e investindo em capacitação pessoal, numa alternativa à instalação de empresas e indústrias de setores tradicionais da economia.

 

A localização é privilegiada. O novo centro de compras será construído em Pedro Leopoldo, no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte, distante quatro quilômetros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, que deve receber este ano 13 milhões de passageiros. A facilidade de acesso rodoviário, por meio da Linha Verde, também contou pontos na escolha do terreno, de 200 mil metros quadrados, que terá 86 mil deles de área construída, em sua primeira etapa.

A ideia é criar um complexo inteligente, reunindo num mesmo espaço 514 grifes, de 13 estados brasileiros e do Distrito Federal, integrando comercialização, informação e capacitação em moda. Com previsão de inauguração em 2014, o empreendimento está em fase de licenciamento. O pedido de Licença Prévia (LP) de instalação foi protocolado em fevereiro, junto à Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), e as obras devem começar no segundo semestre.

 

O projeto começou a ser idealizado há quase sete anos. Inicialmente, serão investidos R$ 140 milhões, numa parceria entre a MVD Empreendimentos, do Grupo Precon; a Atitude Inteligência e Gestão Estratégica; a Hamdam Associados e o Grupo Mega Polo Moda, de São Paulo. O aporte restante, em instalações e estoque, a cargo dos fabricantes, totalizará R$ 280 milhões. O faturamento deve superar R$ 1 bilhão/ano, com potencial de gerar 1.500 mil empregos diretos e outros 10 mil indiretos.

 

Impacto positivo

 

E para se tornar mais que um novo destino de turismo de negócios e entretenimento em Minas, a ‘Cidade da Moda’ promete se destacar pelo cuidado com as questões ambientais, adotando sistemas e mecanismos de ecoeficiência construtiva e energética – e assumindo o compromisso de preservar a delicada região em que estará inserida. Uma área cárstica, ambientalmente rica e frágil, cercada por grutas e próxima a atrativos de extrema relevância na arqueologia e paleontologia mundiais, como o Parque Estadual do Sumidouro e a Gruta Lapa Vermelha, onde foi encontrado o crânio de Luzia, fóssil humano mais antigo das Américas, com 11,5 mil anos.

 

Atentos à importância de impactar positivamente a vida das pessoas e o ambiente em seu entorno, os empreendedores do FCTY elegeram como primeira providência a realização de uma macroavaliação ambiental e urbana da região. Os estudos foram conduzidos pelo arquiteto e urbanista Sérgio Myssior, da Myr Projetos Sustentáveis, e resultarão na adoção de uma série de medidas e programas destinados a reduzir os impactos ambientais, ao longo de todas as fases de construção e operação do espaço.

 

Um dos pontos altos do projeto arquitetônico, assinado por Gustavo Penna e André Sá, é o aproveitamento da iluminação e ventilação naturais em suas áreas comuns, reduzindo o uso de luzes artificiais e de ar-condicionado e, consequentemente, os gastos com energia elétrica e manutenção. A edificação será 100% horizontal, dispensando a instalação de elevadores e de escadas rolantes. Contará, ainda, com sistemas de reuso e tratamento de água, captação e armazenamento de água da chuva – para irrigação de jardins e limpeza de áreas externas –, estação de tratamento de esgoto (ETE) e usará tecnologia pré-fabricada, visando à mínima geração de resíduos e entulhos.

 

“Todo o cuidado é pouco, pois se trata de uma área cárstica, cujo solo é bastante frágil. Por isso, é essencial evitar contaminações e impactos que afetem o equilíbrio hídrico e geológico da região, assim como a flora e a fauna. A primeira etapa da obra, a terraplanagem, foi planejada e será executada de forma a demandar a menor movimentação possível de terra no local. A drenagem também vai merecer atenção especial, incorporando elementos que permitam a máxima infiltração de água no terreno, mantendo mais de 70% de área permeável”, explica Myssior que, por duas vezes, foi finalista do Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza, na Categoria ‘Empresário do Ano’.

 

População valorizada

 

De acordo com o urbanista, o Fashion City Brasil está sintonizado com o novo conceito de desenvolvimento previsto para toda a Região Metropolitana, baseado no fomento de novas centralidades, ou seja, na criação de regiões mais autônomas e dotadas de completa infraestrutura, onde seja possível morar, trabalhar, ter acesso a serviços essenciais, como saúde e educação, bem como a comércios e equipamentos de lazer, cultura e turismo, evitando longos deslocamentos e impactos sobre o trânsito da capital.

 

Atualmente, afirma Myssior, o crescimento do Vetor Norte da Grande BH ainda se caracteriza pelo crescente parcelamento do solo, com foco na criação de condomínios e na venda de lotes destinados, em sua maioria, à construção de moradias de fim de semana. Um modelo que infla boa parte de seus municípios, sem, no entanto, trazer ganhos significativos em termos de geração de riquezas e, principalmente, de oportunidades de capacitação e trabalho para quem já vive neles.

 

Relevância mundial

 

Sob esse ponto de vista, a ‘Cidade da Moda’ torna-se um projeto ainda mais emblemático. Além do baixo impacto ambiental, se comparado, por exemplo, à exploração de calcário, atividade bastante comum na região, criará milhares de vagas de trabalho, beneficiando moradores de diferentes faixas etárias e níveis de escolaridade. “Estamos trabalhando para provar que é possível conciliar desenvolvimento, conservação e respeito. Minas tem de diversificar sua economia, evitando tornar-se refém de commodities, que são exploradas à custa de fortes impactos ambientais e, na maioria das vezes, exportadas sem agregar real valor à nossa cadeia produtiva e econômica”, pondera Myssior.

E completa: “Poucas regiões no país reúnem tantos ativos e diferenciais ambientais. Empreender aqui é um privilégio e também uma responsabilidade. Como já frisou inúmeras vezes o professor e paleontólogo Cástor Cartelle, nossas grutas, pinturas rupestres e toda a natureza que emoldura esses cenários pré-históricos estão para o Brasil assim como as pirâmides para o Egito. Não é justo, portanto, cumprir apenas as exigências impostas pelos órgãos de licenciamento. Cabe ao empreendedor sério e de visão ir além, vislumbrando lucros, mas também a proteção ambiental e o bem-estar coletivo.”

 

Empreendimento catalisador

 

Além de gerar empregos e incentivar o turismo de negócios na região, a ‘Cidade da Moda’ também pretende se consolidar como um centro de referência e capacitação para todo o segmento fashion. Para tanto, contará com espaços para exposições de memória e história da moda, além de oferecer palestras, serviços de consultoria e cursos de formação e aperfeiçoamento. Serão construídos, ainda, biblioteca, café cultural e espaços para feiras, e grandes desfiles. “Estamos convencendo mais de 500 empresas a deixarem suas bases e investirem aqui, essa é uma responsabilidade muito grande”, afirma o diretor-presidente do FCTY, Gilson Amaral Brito Jr.

“Atuamos num segmento que está intrinsecamente ligado ao ser humano, ao longo de toda a sua vida. Portanto, é nosso dever sermos mais que criadores de tendência e estilo. Temos de ser catalisadores e difusores de boas ideias, de um novo padrão de vida e consumo mais responsável, sustentável e solidário.” Brito destaca ainda o enorme poder multiplicador do empreendimento, que vai ‘dialogar’ diariamente com 500 indústrias (os operadores do shopping) e mais de 15 mil varejistas especializados em moda, além de influenciar positivamente toda a força de trabalho que empregará.

 

Crescimento e respeito Goiano, Brito conta que passou muito de sua infância e adolescência em Minas. Tem família no estado e reafirma total disposição em contribuir para a conservação de seus atrativos naturais. “O que falo de Minas não é o que sei apenas ‘de ouvir dizer’; mas, sim, o que conheço de viver e realmente conviver. Há dois meses, visitei a Gruta da Lapinha, em Lagoa Santa, com minha esposa, e mais uma vez nos emocionamos, diante da grandiosidade e beleza do cenário. Quando me disponho, como empreendedor e cidadão, a fomentar um movimento em prol da conservação desse patrimônio, é porque acredito em Minas, e acima de tudo, a respeito.”

 

Fortalecidos pelo apoio do governo de Minas e o aval de entidades como a Federação das Indústrias (Fiemg) e o Sindicado das Indústrias do Vestuário (Sindivest-MG), os responsáveis pelo Fashion City também têm se empenhado em dialogar e construir parcerias com diferentes instituições, entre elas o Ministério Público Estadual e a Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente (Amda).

 

Para Brito, é preciso quebrar alguns tabus, entre eles a visão já superada, mas que ainda prevalece entre empresários de muitos setores, que consideram caro investir em sistemas e mecanismos de ecoeficiência e uso racional dos recursos naturais. “É exatamente o contrário. Não estamos adotando essas práticas só para ter um discurso ecológico bonito, mas porque está comprovado que elas são economicamente inteligentes e vantajosas.”

 

E conclui. “O que defendemos para Minas e o Brasil é um desenvolvimento holístico. Só acredito no crescimento que tenha o ser humano como foco. A indústria chinesa, por exemplo, está centrada apenas na questão econômica; cresce em ritmo vertiginoso, mas com custos ambientais e sociais absurdos. Aqui, mineiramente falando, estamos com a faca e o queijo na mão. Temos a chance de fazer a coisa certa, inovar e contribuir para que essa região se torne um dos ícones da nova economia mundial, aliando crescimento econômico com valorização do potencial humano e ambiental.”

Que os compromissos assumidos pelos empreendedores do Fashion City se concretizem e frutifiquem. A economia, a natureza e a população de todo o Vetor Norte merecem – e agradecem.

 

Proposta, preocupação e promessas verdes

 

“A proposta de construção civil da Cidade da Moda é realmente diferente. Ela pressupõe a adoção de elementos que, de forma geral, ainda não fazem realmente parte da cultura ambiental brasileira, como iluminação natural, drenagem pluvial planejada e captação de água da chuva. O empreendedor também assimilou nossa proposta de investir em medidas que eliminem a mortandade de pássaros por choque nos vidros, situação cada vez mais comum em áreas urbanizadas. Incorporar no seu funcionamento ações de prevenção a incêndios em áreas naturais, desenvolver atividades educativas ambientais como parte do negócio e inserir a temática ambiental nos cursos de treinamento de mão de obra, entre outras.

 

Assim, entendo que se sua construção ocorrer de acordo com o previsto, os impactos diretos serão realmente minimizados ou eliminados. Nossa grande preocupação são os impactos indiretos sobre a região, cujo controle foge à competência dos empreendedores. O mais sério deles é o fato de o empreendimento ser mais um forte atrativo de processos migratórios para a região, com os graves impactos decorrentes. Em relação a isso, nos prometeram que o empreendimento será ativo e atuará em prol do planejamento do uso do solo e de outras medidas que protejam o valioso patrimônio científico e ambiental da região." Maria Dalce Ricas, superintendente-executiva da Associação Mineirda de Defesa do Ambiente (Amda)

 

Brasil Têxtil

 

O Brasil é o 5º maior parque têxtil do mundo? São 30 mil empresas formais registradas, empregando 8 milhões de pessoas.

Uma pesquisa realizada pelo Grupo Mercadológica, com representantes de 800 multimarcas, de 15 estados brasileiros, mostra que, apesar de a cidade de São Paulo ainda ser considerada o principal centro de compras de moda do país, Belo Horizonte — que está em 2º lugar no ranking — tem futuro mais promissor.

Quando questionadas sobre qual seria o lugar ideal para a implantação de um novo polo distribuidor de moda nacional, 23,2% dos entrevistados citaram a capital mineira como favorita, enquanto 12,6% mencionaram SP.

 

Fique por dentro

 

Conceito vindo dos Estados Unidos nos anos 80, os Open Malls estão ganhando força no mercado brasileiro. Uma tendência mundial, recriam os shoppings centers, transformando-os em centros comerciais a céu aberto, com solução arquitetônica que viabiliza a redução de custos de manutenção, devido ao aproveitamento de ventilação e luz natural com a criação das áreas verdes. Esse novo formato de centro comercial, com uma estrutura mais aberta e com mais áreas de convivência verdes, proporciona ao público uma maior interação com o meio ambiente (a sensação de estar passeando ao ar livre), porém com a mesma segurança e conforto que os shoppings centers oferecem.

Além de estarem aliados à sustentabilidade, os espaços são agradáveis, geralmente, bem arborizados, com jardins e espelhos d’água, agregando as funções que os shopping centers tradicionais contêm, como praças de alimentação, opções de entretenimento e serviços, procurando atender às necessidades mais rotineiras dos consumidores.

 

 

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